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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Não é por ser Halloween...

... que o Halloween a mim não me diz nada. Apesar de ser uma altura em que o comércio aproveita para conseguir algumas migalhas que perde ao longo do ano (sim porque aqui não é EUA), tem raízes que não me interessam e conotações contrárias ao meu pensamento.



É por "desespero" mesmo. Resolvi retomar a leitura que iniciara. Esquecer-me que tem bruxas e magia e concentrar-me na história de dois adolescentes, arrancados de sua casa a meio da noite e levados para a prisão, apenas porque são "perigosos" para o regime: A Nova Ordem.

Sinopse - Bruxos e Bruxas - Witch & Wizard - Livro 01

No meio da noite, os irmãos Allgood, Whit e Wisty, foram arrancados de sua casa, acusados de bruxaria e jogados em uma prisão. Milhares de outros jovens como eles também foram sequestrados, acusados e presos. Outros tantos estão desaparecidos. O destino destes jovens é desconhecido, mas assim é o mundo sob o regime da Nova Ordem, um governo opressor que acredita que todos os menores de dezoito anos são naturalmente suspeitos de conspiração. E o pior ainda está por vir, porque O Único Que É O Único não poupará esforços para acabar com a vida e a liberdade, com os livros e a música, com a arte e a magia, nem para extirpar tudo que tenha a ver com a vida de um adolescente normal. Caberá aos irmãos, Whit e Wisty, lutar contra esta terrível realidade que não está nada longe de nós.

Já li mais de metade (portanto, apesar de não ser o supra sumo da literatura, lê-se muito bem) e depois vos direi o que achei.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Distopia

Em Filosofia, através da mesma raiz etimológica surge o termo distopia (ou antiutopia) como o oposto de utopia. A distopia é um pensamento filosófico que caracteriza uma sociedade imaginária controlada pelo Estado ou por outros meios extremos de opressão, criando condições de vida insuportáveis aos indivíduos. Normalmente tem como base a realidade da sociedade atual idealizada em condições extremas no futuro.

Em uma semana, dei por mim a ler sinopses de mais de um livro em que o tema distopia estava presente.





A Guerra dos Esporos matou todos aqueles que tinham mais de vinte anos e menos de sessenta. A Destinos Primordiais aluga corpos adolescentes aos Terminantes, seniores com centenas de anos que querem ser jovens outra vez.
É a partir deste cenário perturbador que Lissa Price constrói a acção desta distopia, que se passa num hipotético futuro, talvez não muito distante, que nos faz pensar que poderá de facto acontecer. Uma história inteligente, uma narrativa ágil e fluída, uma trama viciante que a
autora conseguiu combinar com mestria e que prende o leitor até à última página
 
 
 
 
 
The Hunger Games é ambientado em uma nação chamada Panem, durante um período futurístico não definido, após a destruição da América do Norte. Panem é formada por uma poderosa cidade central, conhecida como Capital, que é rodeada por doze distritos mais pobres, definidos por uma sequência numérica que vai de 1 a 12. Algum tempo antes do início dos eventos do livro, havia um 13º distrito, que foi eliminado pela Capital nos chamados Dias Escuros por terem se rebelado. Para evitar novos levantes e lembrar às pessoas do seu poder, a Capital criou os Jogos da Fome / Jogos Vorazes, uma competição anual que é transmitida ao vivo pela televisão para toda a população de Panem. Para os Jogos, durante uma celebração chamada Dia da Colheita, são selecionados por sorteio uma garota e um garoto entre doze e dezoito anos de cada distrito. Os tributos, como são chamados, são forçados a entrar em uma perigosa arena, controlada pela Capital, e precisam lutar até a morte para que, no fim, reste apenas um sobrevivente.
 
No Universo dos Leitores, existe um Top das Distopias da Leitura
 
E embora não sendo alarmista, nem dada a teorias das conspiração, começo a verificar que a distopia está a ser posta em prática mais ou menos discretamente, na nossa realidade, e vai atingir certos grupos de indivíduos e em um futuro demasiado próximo.
 
Vamos lendo sobre e apreciando o que lemos, (in)seguros de ser apenas em ficção, mas não deixemos de pensar nisso.