sábado, 12 de dezembro de 2009

Eclipse


Fazer uma empreitada e ler três volumes sobre o mesmo tema, é o mesmo que ler um só livro durante demasiado tempo. Mas como o tema é leve e a história simples, lê-se bem.
Terminei a saga Edward/Bella/Jacob e não vou dizer que não gostei, porque salvaguardadas as devidas criticas, é boa de ler.
Uma história de amor adolescente e um triângulo amoroso entre uma humana, um vampiro e um lobisomem tem a sua graça, devida às "aventuras" que a situação acarreta, mas acaba por ser uma historia corriqueira com a "cena" do noivado, anel de noivado, e casamento, bah!
E é por isso que jamais lerei o quarto volume. Que o vampiro seja deslumbrante, lindo, maravilhoso e cheire divinamente eu até aceito, agora que seja capaz de gerar um filho??? É demais, mesmo para um vampiro virtuoso e com alma.
A Bella tomou a decisão da sua vida, fez a sua escolha e o Edward ficou do seu lado. Ok. Chega. Que importa que tenham casado, ou não, etc, etc?
Mas como cada escritor escreve o que quer e da forma que quer, assim também cada leitor, lê o que quer e critica como quer.
Mas finalizando, no geral a historia é engraçada.
Duas notas finais, uma a este livro e outra geral:
1ª - Por muito amistoso que um lobo(isomem) seja, não se vai pôr a meter a lingua de fora, como uma criança travessa. Tenham dó!
2ª Personagem favorita, mesmo favorita? Alice Cullen.
E por aqui me fico.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Lua Nova



Não sei porque dizem que o segundo livro é mais fraco que os outros. Para mim não é mais fraco, nem mais forte - é a mesma coisa. O mesmo tipo de escrita e o mesmo tipo de história. A protagonista é a Bella e está presente. Não entra "tanto" o Edward, "temos pena", mas entra o Jacob!
O Edward agiu como um "verdadeiro" homem, perdão vampiro. Come ou não come; morres ou não morres, e para evitar sobressaltos afasta-se. Sobressaltos a quem? A caça já estava iniciada, de que servia ele ir embora?
Atenção que não estou a criticar a escritora, critico apenas a personagem. Deixou a pobre Bella mergulhar num abismo de sofrimento sem fim, com um pedaço a menos - o tal buraco no peito, de que se fala o livro todo. Meio livro a cada página, e o outro meio a cada duas. Isto já é critica à escritora. Eu entendo a necessidade de explicar o sofrimento da garota, mas não utilizaria o mesmo termo tantas vezes. A nossa lingua até é tão rica em adjectivos e sentimentos. Talvez tivesse sido só problema de tradução...
Mas pronto, era preciso saber como ela sofria para aceitarmos o seu envolvimento com o Jacob que a fazia sentir feliz.
Só mais uma coisinha de critica: se eu tivesse ficado no sofrimento de Bella e de repente me chegasse a casa uma pessoa (Alice) que me pudesse trazer um pedacinho da pessoa que me deixara a morrer jamais, e reforço, jamais iria lavar a casa-de-banho!! Ficaria colada a ela (Alice) sempre, para saber coisas, nem que fossem minimas.
Estas criticas são de bom leitor. São de leitor que lê até os pormenores mais insignificantes e assim pode criticar. Lol.
Para seguimento do primeiro, achei este segundo livro muito giro, muito bom de ler. Dá para continuar para o terceiro que já passou do meio...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Crepúsculo


Depois de tanto ouvir dizer mal e bem (eu também tive a minha quota parte no dizer mal - do filme), fui atrás da opinião da minha filha tal como na Academia dos Livros e resolvi começar a ler a saga Bella/Edward, para poder dizer mal ou bem, com mais certeza.
Não bati o meu record de ler, mas acho que fui bastante rápida no primeiro livro e que posso dizer? Gostei. Lê-se muito bem, se gostarmos deste tipo de temas.
Um livro sobre vampiros e as suas relações mais ou menos amistosas com os humanos.Uma história de amor entre dois seres de mundos diferentes e os problemas que daí advém.
Consegue ser interessante e consegue fazer-nos ler as continuações (até certos limites, claro) para vermos o que vai acontecer, que já calculamos não poderá ser muito "normal".
Na minha opinião, e estou a falar do primeiro volume, uma vez que os outros vão a seguir, e esta é uma opinião de leitor e sabemos que os leitores estão cá para criticarem os que escrevem (lol), acho que a Mrs. Meyer, exagerou em dois pontinhos, ok três pontinhos.
Primeiro ponto: O Edward expõs o seu ponto de vista, quando explicou a dificuldade que tivera de inicio, ao conhecer a Bella, em conseguir não matá-la. Muio bem, tem lógica e dá o seu interesse à coisa, mas excusa de passar os encontros dos dois, sempre a falar no mesmo. Vampiro que se preze, e quer ser "decente", tem as tentações, luta contra elas, confessa-as e ok, chega. Assume-se como predador que é, com a decisão que tomou, seja ela qual for. Poderia de facto, ir dando os toques de "está a ser dificil, ou foi dificil", mas não precisa falar sempre disso. Não vai querer ser como o Louis de "Entrevista com o Vampiro", que passa a vida a queixar-se de que não queria ser vampiro e matar os humanos e no final de tão deprimido que está, a primeira vítima é uma criança. Ok, a segunda, porque a primeira no livro é um padre.
Segundo ponto: Não há necessidade de tanta excitação sexual. A menina Bella parece uma esfomeada de cada vez que o Edward lhe toca ou se aproxima. Dentro da luta das hormonas e desejos de uma adolescente, há limites para a excitação e sensualidade. Mas pronto, lemos, achamos demais mas aceitamos, o Edward até é tão giro e deslumbrante que passamos ao terceiro ponto.
Não precisava ser tão giro, tantas vezes! Descreviam-no e iam dando uns toques de quando em quando, para não nos esquecermos, o que dificilmente aconteceria, porque um leitor que se preze não se esquece de certos pormenores, não precisava re-descrevê-lo, tantas vezes. Está certo, que quanto mais giro um personagem é, mais cativante se torna, mas não era preciso. Podia ser lindo, maravilhoso, deslumbrante, de uma só vez e não ao longo de todo o livro (lol). E já estou como ele próprio, Edward, diz a dada altura do livro (palavras minhas) "Não há necessidade de tanto deslumbramento para cativar as presas; até parece que isso é necessário, quando mesmo que elas tentassem, nunca conseguiriam escapar, pois apenas porque nunca correriam mais rápido." Isto é assim mesmo, predador que é predador, não precisa ser lindo e deslumbrante. Só o facto de se tratar de um ser dotado de muitas caracteristicas "ilegais" e perigosas, tem o suficiente para atrair a presa.
Mas pronto é lindo de morrer e vamos viver com esse facto.
E, agora uma última nota, uma coisinha de nada.
A história no livro é bem melhor que a do filme porque tem alguns pormenores engraçados, mas não vou fazer comparações entre os dois suporte.
Só uma coisinha:
A Bella do livro aguenta-se, mas a do filme enjoa-me, sempre com ar de aziada;
Os outros actores, estão bem... haveria alguns mais lindos e mais "vampiros" provavelmente, mas não sou eu que escolho, por isso aguento-me, sem problemas.
Termino, não vou dizer mais nada até porque longe de mim, dizer mal, apenas estou a expressar a minha opinião. E perdoem-me os fãs mais fãs!
Agora é que é a última nota: pela parte que me toca, podem ler, não vão morrer de tédio e se gostam de histórias com vampiros, é aproveitar que até vale a pena.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Penelope na Guerra



O primeiro romance narrativo de Oriana Fallaci: a história de uma mulher, estrangeira em Nova Iorque, que não hesita em expor a convenção e injustiça de uma sociedade machista. Como Penélope que não aceita a tarefa doméstica de bordar as tapeçarias enquanto espera o retorno do bem amado Ulisses, Gio viaja em busca da sua identidade e da sua liberdade. Desfaz-se friamente da sua virgindade, enamora-se rebeldemente de um homem débil e inseguro que se revela homossexual, enfrenta com coragem o triângulo amoroso no qual se vai encontrar envolvida com Richard ( o homem que ama) e Bill (o amante de Richard).

Li pela primeira vez, tinha doze anos. "Apareceu-me" em casa e como eu devorava tudo o que eram livros, li. Confesso que não entendi nada e nem gostei do final.
Reli um ou dois anos mais tarde e voltei a ficar desapontada com o final, embora por essa altura já entendesse mais o porquê da história e desse final. Acho que na altura ainda sonhava, apenas, com finais delizes. Agora até percebo o porquê desse final, mas na altura não me agradou.

Tive que falar deste livro, numa apresentação que fiz sobre os meus hábitos de leitura, onde contei o mesmo que conto aqui e comecei a ficar com vontade de o reler, apenas pela curiosidade; apenas para saber como me vou aperceber e que opiniões irei ter da accção e do seu final.

Nota: Foi graças a este livro e ao seu final pouco a meu gosto, que me tornei uma escritora (apenas para os amigos mais chegados), mas uma escritora. Devido ao facto de não me agradar o final deste livro, quase me atrevi a criar um final a meu gosto, mas depois pensei que faria muito melhor e teria muito melhores resultados se ao invés de re-escrever um final para um livro de uma escritora a sério, eu me dedicasse a escrever contos onde criasse os personagens, situações e finais a meu gosto.
Um dia destes atrevo-me e transcrevo alguns trechos desses contos "maravilha",o ultimo dos quais com mais de doze anos e o primeiro com quase trinta.
Actualmente ando a passar esses contos para o computador para os poder imprimir em formato mais adequado do que o que têm actualmente e estou a adorar!
Relembrar a acção de cada um e as suas personagens e descobrir que certas tomadas de atitude da acção, eram as que eu tomaria no dia de hoje, é muito interessante.

Por isso, para mim, ler não é só ler o que os outros escrevem, é um pouco imaginar como eu escreveria, que decisões tomaria se escrevesse a mesma história.

Se alguém já leu "Pénelope na Guerra" de Oriana Fallaci, gostaria de saber a opinião que tiveram do livro. Apenas por curiosidade...

domingo, 15 de novembro de 2009

Travessia Nocturna


Título Original - Night Crossing

Boston. Uma mulher americana, classe média, grávida e o marido apanhado nos braços de outra. O abandono do lar rumo ao mundo rural irlandês pelo qual há muito se apaixonou. A ideia de um aborto. Uma sala de espera numa clínica na Irlanda do Norte. Uma bomba explode. A mulher auxilia um homem ferido, um soldado britânico. O descontrolo. A mulher em fuga. A perseguição dos Serviços Secretos Britânicos. A vida dele nas mãos dela. Uma ousada travessia nocturna do mar da Irlanda. Escócia. O momento da verdade...

Um romance de intriga política. Um encontro romântico de dois desconhecidos relatado por Don J. Snyder, escritor norte-americano, autor de dois livros de memórias: THE CLIFF WALK e OF TIME AND MEMORY; uma biografia: A SOLDIER'S DISGRACE; e dois romances: FROM THE POINT e VETERAN'S PARK.

Nota: A foto é a do meu livro porque não consegui encontrar nenhuma na NET e o resumo é cópia do que está na contracapa do livro e que enumera em notas breves os acontecimentos magnificamente desenvolvidos no livro. Aconselho.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Uma Conspiração de Estúpidos



Li este livro há uns quatro anos. Apetecia-me ler qualquer coisa e sem conhecer nem autor nem livro, aventurei-me.
Por várias vezes o quis por de parte, porque me saturava a história, me irritava o protagonista, mas recomeçava, sempre disposta a chegar ao fim, já que o tinha iniciado. Quando cheguei ao fim, congratulei-me por isso. É um livro espectacular, com um enredo magnifico!
Poder saber mais AQUI

sábado, 7 de novembro de 2009

O Caçador de Almas


Tyler, um rapaz de treze anos, jaz inconsciente numa cama de hospital após um trágico acidente que lhe danificou o cérebro. O pai permite que dois invulgares cientistas tomem a seu cargo o destino do adolescente. Um deles é um neurocirurgião cujas experiências pouco ortodoxas incluem o uso de computadores para controlar as respostas físicas dos pacientes durante as cirurgias. O outro é um investigador por conta própria e autor de experiências altamente secretas que visam descobrir a centelha da consciência humana… e capturá-la para sempre.
Juntos, alcançarão um resultado que ultrapassará tudo o que haviam imaginado, fazendo Tyler transpor os limites da ciência médica e enviando-o para um lugar nunca antes visitado e do qual um pai desesperado tentará resgatá-lo…
Um romance científico e tecnologicamente fascinante, com tudo aquilo que nos caracteriza enquanto seres humanos. O Cacador de Almas é uma viagem inesquecível ao interior das possibilidades da mente… e da alma humana.
O Caçador de Almas de John Darnton


Críticas de imprensa
«Um romance cinematográfico e frequentemente arrepiante; as personagens são complexas o suficiente para exercer a nossa simpatia ou aversão; os pormenores mais técnicos – cirurgias cerebrais, síndromes neurológicas bizarras, dispositivos informáticos sinistros – parecem verdadeiramente reais; o enredo agarra, mantendo o leitor impaciente até ao desenlace final.»
The New York Times