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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

As Luzes de Setembro




Um misterioso fabricante de brinquedos que vive em reclusão numa gigantesca mansão povoada de seres mecânicos e sombras do passado... 
Um enigma em torno de estranhas luzes que brilham entre a neblina que rodeia a ilhota do farol. Um ser de pesadelo que se oculta nas profundezas do bosque... 
Estes e outros elementos tecem a trama do mistério que unirá Irene e Ismael para sempre durante um mágico Verão em Baía Azul. Um enigma que os levará a viver a mais emocionante das aventuras num labiríntico mundo povoado de luzes.

Um livro fascinante de intriga, fantasia, mistério e amor com uma tensão e um suspense que aumenta à medida que avançamos na história. E sempre envoltos numa atmosfera ameaçadora.


E com este, dou por terminada a Trilogia da Neblina. Lidos os dois últimos de empreitada, já que o primeiro O Príncipe da Neblina já tinha lido há tempos - e nem me recordo se publiquei a minha opinião ou não. Mas tirando o enredo, o estilo é o mesmo de todos e a qualidade igualmente. Neste livro há uma pequena história de amor que é o inicio do livro e o seu fim, com duas cartas escritas pelos seus protagonistas, onde na primeira nos apresentam o enredo que é isto tudo que a imprensa diz:

«Excitante… cheio de trinados e arrepios.»
Publishers Weekly

«Zafón criou uma história original que irá manter os leitores presos às suas páginas. Um genuíno mistério com pinceladas de terror.»
Kirkus Reviews

«Um thriller agradavelmente antiquado... Um mistério cheio de autómatos assustadores e segredos mortais.» 
Financial Times

E na segunda nos revelam como essa história irá acabar.

Entre as duas cartas, o relembrar do panorama e da acção que abrilhantou essa história e que de facto me manteve presa às páginas do livro da primeira à ultima.

E agora já estou pronta para O Labirinto dos Espíritos.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O Prisioneiro do Céu


Barcelona, 1957. Daniel Sempere e seu amigo Fermín, os heróis de A Sombra do Vento, estão de volta à aventura para enfrentar o maior desafio de suas vidas. 
Logo quando tudo começava a dar certo para eles, um personagem inquietante visita a livraria de Sempere e ameaça revelar um terrível segredo que permanecia enterrado há duas décadas no fundo da memória da cidade. Ao descobrir a verdade, Daniel compreenderá que o destino o arrasta na direção de um confronto inevitável com a maior das sombras: aquela que cresce dentro dele. 
Transbordando de intriga e emoção, O Prisioneiro do Céu é um romance onde as narrativas de A Sombra do Vento e O Jogo do Anjo convergem e nos levam à resolução do enigma que se esconde no coração do Cemitério dos Livros Esquecidos.

Na altura em que toda a gente já leu ou se prepara para ler O Labirinto dos Espíritos, do autor (eu incluída) dou por mim a ler este livro.

Confesso que nem sempre me atualizo nas leituras, ou seja, não me atiro às novidades porque nem sempre consigo obter, por variados motivos e vou lendo o que aparece mais à mão. E com isto do Kindle, aparecem livros (uns comprados, outros ofertados) que vou lendo sem ordem ou sem noção de data de publicação.

Aqui há uns tempos, li determinado livro e tempos passados, quando se falava de Carlos Ruiz Zafon e dos seus livros eu pensava e dizia: Já li. Já li.
Quando se começou a falar deste O Prisioneiro do Céu eu definitivamente achei que já o tinha lido e fiquei à espera do próximo da saga Daniel Sempre e seus amigos - O Labirinto dos Espíritos.

Estava a horas de o comprar quando alguém me ofereceu um e-book para a minha coleção in kindle. O Prisioneiro do Céu e eu achei bem, até porque já o tinha lido por empréstimo e não o tinha, nem em livro físico, nem em e-book. Estava a arrumar a minha biblioteca kindle quando me bateu uma dúvida. Seria aquele o livro que eu tinha lido? Já que as viagens de comboio permitem e convidam a isso (atualmente sou uma utilizadora de CP de mais de uma hora por dia) decidi dar uma vista de olhos, antes de comprar o outro para ficar atualizada com a trama e não é que afinal nunca o tinha lido antes?!

Ainda bem que a dúvida me assaltou ou ia saltar um capitulo na vida de Daniel Sempre e aterrar de cabeça na conclusão, com este quarto livro da saga.

É o mesmo espírito que encontramos nos livros do autor e é a mesma sensação de mistério e nostalgia, embora a maior parte da narrativa não seja exatamente as ruas de Barcelona.

E agora já posso ler o Labirinto dos Espiritos!

Já agora, convém dizer que o livro que eu li e me induziu em erro foi
Não tem nada a ver com os outros, mas tem tudo a ver com Carlos Ruiz Zafón. Foi por isso!