Por muito que se leia ou que se escreva fica sempre um espaço em branco... para podermos continuar...
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terça-feira, 29 de setembro de 2015
Há problemas e problemas...
E estes problemas adensam-se quando para além dos que temos para ler, aparecem aqueles que ainda não temos e queremos ler:
O Peregrino de Terry Hayer (a sair dia 26 de Outubro)
As Gemeas do Gelo de S.K.Tremayne
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
A leitura no meio do caos
Depois de publicada a opinião sobre o ultimo livro lido, achei que esta foto pertencia aqui descaradamente.
O estado de uma livraria em Londres, depois de um bombardeamento, aquando da 2ª Guerra, em 1940.
No livro, não houve nenhuma livraria bombardeada, mas houve uma rua bombardeada, embora não tenha sido em Londres pelos alemães, mas numa cidade alemã, pelos aliados e o roubo de alguns livros ao longo da história.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Rascunhos de Memórias
Passeava eu pelos blogues que costumo visitar, quando me chamou a atenção uma publicação do blogue Viajar Pela Leitura. Era sobre um Book Journal - supostamente um caderno para se tomar notas sobre os livros que se estão a ler, dar opiniões, etc, etc
Lendo a publicação, depois de perceber que o Book Journal serve para muito pouco, dei por mim absolutamente envergonhada, atarantada e arrependida.
Eu, sim eu, que além de adorar ler desde que me conheço, adoro escrever desde a mesma altura e não tenho um único caderno com opiniões e notas sobre os livros que li!
Escrever as opiniões sobre os livros... e mantê-las em
papel... o sonho de qualquer leitor que também gosta de escrever... e nunca
tinha pensado em fazer isso... dahh!
Quando leio um livro, mentalmente faço a
critica e passo-a para o computador (desde que iniciei o meu blogue) e até
chego a fazer rascunhos quando não sei bem como a apresentar com clareza, mas o
papel onde rascunhei acaba por ir para o lixo e fica a critica apenas no PC. E isto para os livros que comentei desde que iniciei o blogue. Então e os outros?
Confesso que a ideia de anotar a critica em um caderno é muito tentadora e por vários motivos.
Apesar de todo o mundo digital e, tal como gosto de livros em papel, nada me tira o gosto de escrever à mão em uma folha. Anotar a opinião que mais tarde se vai publicar, ou não, guardar os cadernos e relê-los mais tarde e comparar com o que se passou depois para o PC, é
delicioso.
É quase tão bom quanto rascunhar a ideia de um conto, história ou livro (já várias vezes expliquei por aqui que não sei que designação dar às minhas escritas), criar as primeiras ideias e mesmo sem chegarem a ser uma obra completa, relê-las de tempos a tempos, sempre sem as destruir, até porque podem vir dar que falar... ou ler...
E mais, e absolutamente infantil e desproporcionado face à idade que já tenho, quando vejo alguns cadernos em lojas, fico a pensar se não terei como os utilizar, porque só me apetece comprá-los...
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
TAG - Resoluções literárias para 2014
Acho bem iniciar um ano com uma TAG, já que terminei o anterior igualmente com uma TAG.
Esta TAG foi criada AQUI e eu encontrei-a em um BLOGUE que sigo.
1 - Um autor que nunca leste e queres ler
Mia Couto
2 - Um livro que queres muito ler
A verdade sobre o caso Harry Quebert de Joel Dicker
3 - Um clássico quer queres muito ler
Dom Quixote de Miguel Cervantes (já está em casa à espera)
4 - Um livro que queres reler
Estou um pouco indecisa, mas acho que quero re-re-reler o Historiador de Elisabeth Kostova (ainda não me fartei)
5 - Um livro que tens há séculos e queres finalmente ler
Se o tenho há séculos e nunca o li é porque, de fato, não me interessa e nunca o irei ler.
6 - Um livro gigante que queres ter coragem para ler
Não preciso de ganhar coragem para ler livros gigantes. Basta eles interessarem-me.
Tenho um em casa que me ofereceram, nunca li e não quero ganhar coragem para ler embora conheça a escrita e goste muito da autora: Colleen Mccullough - O Primeiro Homem de Roma (se alguém o quiser é só dizer e se tiver para troca, melhor)
7 - Um autor que já leste e queres voltar a ler
Patrick Rothfuss, já que aguardo a continuação da saga de Kvothe
8 - Um livro que te ofereceram no Natal e que queres ler
Nenhuma alma, caridosa, me ofereceu livros no Natal, por isso tenho que esperar...
9 - Uma série que queres ler do primeiro ao último livro
Não é bom responder a isto, porque posso ter grandes expectativas quanto a um livro e sua série e depois do segundo ou terceiro volume, começar a ficar farta de tanto igual...
10 - Uma série que já começaste e queres terminar
Fica respondido com o ponto 7
11 - Quantos livros queres ler em 2014
Se não conseguir melhor, pelo menos, um por mês - é uma quantidade sem jeito, em relação ao que vejo por aí,
12 - Mais algum objetivo literário que queiras partilhar?
Quanto a leituras, ler todos os livros que estão à espera na minha "mesa de apoio" e não contam para os doze que, pelo menos, quero ler.
Quanto a escritas, está na altura de escrever mais um conto, história, livro - depende do ponto de vista de quem identifica as minhas "obras".
Esta TAG foi criada AQUI e eu encontrei-a em um BLOGUE que sigo.
1 - Um autor que nunca leste e queres ler
Mia Couto
2 - Um livro que queres muito ler
A verdade sobre o caso Harry Quebert de Joel Dicker
3 - Um clássico quer queres muito ler
Dom Quixote de Miguel Cervantes (já está em casa à espera)
4 - Um livro que queres reler
Estou um pouco indecisa, mas acho que quero re-re-reler o Historiador de Elisabeth Kostova (ainda não me fartei)
5 - Um livro que tens há séculos e queres finalmente ler
Se o tenho há séculos e nunca o li é porque, de fato, não me interessa e nunca o irei ler.
6 - Um livro gigante que queres ter coragem para ler
Não preciso de ganhar coragem para ler livros gigantes. Basta eles interessarem-me.
Tenho um em casa que me ofereceram, nunca li e não quero ganhar coragem para ler embora conheça a escrita e goste muito da autora: Colleen Mccullough - O Primeiro Homem de Roma (se alguém o quiser é só dizer e se tiver para troca, melhor)
7 - Um autor que já leste e queres voltar a ler
Patrick Rothfuss, já que aguardo a continuação da saga de Kvothe
8 - Um livro que te ofereceram no Natal e que queres ler
Nenhuma alma, caridosa, me ofereceu livros no Natal, por isso tenho que esperar...
9 - Uma série que queres ler do primeiro ao último livro
Não é bom responder a isto, porque posso ter grandes expectativas quanto a um livro e sua série e depois do segundo ou terceiro volume, começar a ficar farta de tanto igual...
10 - Uma série que já começaste e queres terminar
Fica respondido com o ponto 7
11 - Quantos livros queres ler em 2014
Se não conseguir melhor, pelo menos, um por mês - é uma quantidade sem jeito, em relação ao que vejo por aí,
12 - Mais algum objetivo literário que queiras partilhar?
Quanto a leituras, ler todos os livros que estão à espera na minha "mesa de apoio" e não contam para os doze que, pelo menos, quero ler.
Quanto a escritas, está na altura de escrever mais um conto, história, livro - depende do ponto de vista de quem identifica as minhas "obras".
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Acordar ao Entardecer
Quando faço uma crítica a um livro que li, seja ele um livro publicado ou apenas o rascunho de uma pretensa publicação, na minha limitada capacidade de crítico, costumo focar a minha análise no enredo, nos diálogos, nos personagens e em alguns casos que me merecem destaque, na escrita. Claro que o destaque pode ser por bons ou maus motivos.
Não é que eu seja uma exímia escritora ou crítica, mas gosto de fazer críticas a livros que leio, ou não tivesse criado um blogue nesse sentido. É que, o escrever está-me na alma e então…
No caso deste livro, não vou comentar a escrita, nem me atrevo a comentar a escrita de uma autora editada, eu mera escritora de part-time.
Portanto, vou limitar-me aos outros três pontos da minha análise, expressos no primeiro parágrafo.
No que respeita ao enredo, o tema não é o meu favorito. Não me refiro a vampiros, pois até eu já escrevi três contos sobre os ditos cujos (uma tentativa pretensiosa a que chamo trilogia, apenas porque não quis perder os personagens com o final do primeiro conto). Chamo-lhes contos porque não chegam às trezentas páginas e como gosto de livros grandes (sem nada contra os mais pequenos) parece-me bem chamar contos a um livro pequeno.
O que não gosto do enredo é a história, que a meu ver é a principal – a história de amor. Não é ESTA história de amor, é que de uma forma geral eu não gosto de livros em que o enredo principal é uma história de amor.
Acho muito lamechas, demasiado fofinho… não me diz nada… Já escrevi contos com histórias de amor e até acho que certas histórias para resultarem têm que ter uma história de amor pelo meio, mas como tema principal, não é a minha onda. Isto sou eu a ser sincera e deve a autora (pessoa que conheço da blogosfera e por quem tenho um grande carinho) e quem sabe outras pessoas, pensar: “coitada, tem uma falha qualquer…” Pois se calhar tenho e é por isso que não consigo ler Nicholas Sparks ou Nora Roberts ou Danielle Steel. A sorte é que este livro é uma história de amor, mas lá por trás tem as rivalidades centenárias entre clãs de vampiros e isso ajudou-me a continuar a ler. Se calhar se não fosse sobre vampiros, a autora também não a tinha escrito.
Continuemos: gostei dos diálogos (não dos diálogos entre Diogo e Lisa – complementam a tal historia de que não gosto e eles até se pressentem e ouvem um ao outro à distância, por isso não os achei importantes). Gostei dos diálogos entre Diogo e os outros vampiros, em especial entre ele e Virgílio. O palavreado, as teimas, as espécies de brigas em palavras, porque se fossem físicas dariam mau resultado e isso leva-me ao ponto principal da minha adoração: adorei Virgílio. O tipo seguro de um poderoso caçador de vampiros que por amor (pela irmã) se dá com eles. Se eu escrevesse sobre um tipo de personagem semelhante, seria assim, mas seria o personagem principal que eu iria apaparicar e dar em deslumbramento para quem lesse, ao longo de todo o livro, abafando todos os outros.
Já deve ter dado para perceber que não gostei do Diogo. A autora fez um bom trabalho (não precisa que eu lho diga de certeza) apresentando-o com as suas dúvidas, as suas lutas e as suas teimosias de vampiro com todos os defeitos de humano. Como se o update físico da transformação prevalecesse ao refinamento de carácter, que não teve.
Dos personagens femininos, a Lisa, apesar de tudo, não me diz nada e gostei da Soraia. Segura, poderosa e após todo um sofrimento de amor, pronta para o que desse e viesse.
Quando achava que o livro ia acabar assim, uma história em que o amor vencia, mesmo ensombrado pelo horroroso Asim que a qualquer momento podia aparecer (porque não há meio de morrer de vez, só para nos irritar :)), a autora deu a volta à coisa e com um final sublime, fez com que eu terminasse o livro com a sensação de que apesar da história de amor (a tal neura minha) tivesse valido a pena ler o livro: mata os personagens principais quase todos! Ah, mulher de garra! Apaparicou-os um livro inteiro, com a exceção de Bernardo-filho que foi apaparicado menos tempo, pelos motivos óbvios e pimba, no final, acaba-lhes com a raça.
Abriu as portas a um seguimento que deve ser muito mais sangrento e menos amoroso, penso eu sempre com a minha tal falha a prevalecer.
Em resumo: gostei de ler o livro, de ler a autora, mas isso, acho que a autora já sabia e estou pronta para ler outro. Pedi um conselho, conforme pedira para o primeiro que foi este.
Para um resumo em tópicos diria que gostei de Virgílio que me encheu as medidas e do final que me atingiu a alma.
Não gostei das amorosidades entre Diogo e Lisa, apesar de serem o motivo do livro.
E posso aproveitar para comentar só mais uma coisinha, coisinha salvo seja: muito sexo, muito explicito, muito, muito… Não em excesso que isso foi uma escolha da autora e quem sou eu para criticar o que os outros decidem, mas apenas muito, bastante. Não deixou a coisa por caneta alheia e acho que pouco ficou por dizer.
Só comento este ponto que não me fez qualquer diferença, apenas para confessar uma coisa. Na altura em que me iniciei como escritora para mais alguém ler que não eu, uma das primeiras críticas que me fizeram, foi que os meus personagens eram muitos castos e que faltava sexo nas histórias. Alterei (ligeiramente) as coisas e aprecio quem tem a capacidade de não deixar essa parte por dizer.
Espero que à autora tenha agradado a minha honestidade, porque se dissesse outras coisas estava só a querer alindar e não sou assim.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Olhar para os livros
Ao fazer um comentário em um BLOGUE, dei por mim a querer extravasar esse comentário aqui para o blogue.
Quem gosta de ler, gosta de admirar os livros que tem, gosta de olhar para eles. Não para encher o peito porque tem muitos livros, mas para encher a alma porque tem livros.
Já uma vez disse aqui que não me importo de ir a bibliotecas e passar longos períodos entre estantes a olhar para os livros. E faço isso em casa.
Tenho pouco mais de 200 livros divididos por duas estantes e às vezes dou por mim a olhar para eles. A rever as lombadas e a recordar o que está escrito naqueles que já li, ou a tentar imaginar o que estará naqueles que ainda não li. Claro que os que ainda não li, foi porque não me incentivaram e por muito que imagine o lá vai dentro, ficam por ler.
Quem gosta de apreciar os livros que tem? Reler os títulos e rever a acção ainda que em memórias apenas?
Quem gosta de ler, gosta de admirar os livros que tem, gosta de olhar para eles. Não para encher o peito porque tem muitos livros, mas para encher a alma porque tem livros.
Já uma vez disse aqui que não me importo de ir a bibliotecas e passar longos períodos entre estantes a olhar para os livros. E faço isso em casa.
Tenho pouco mais de 200 livros divididos por duas estantes e às vezes dou por mim a olhar para eles. A rever as lombadas e a recordar o que está escrito naqueles que já li, ou a tentar imaginar o que estará naqueles que ainda não li. Claro que os que ainda não li, foi porque não me incentivaram e por muito que imagine o lá vai dentro, ficam por ler.
Quem gosta de apreciar os livros que tem? Reler os títulos e rever a acção ainda que em memórias apenas?
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Chuva que não acaba mais
E há algum livro que não expresse aquilo que pensamos?
Não basta a chuva que não arreda pé, agora ainda vamos ter mais uma vaga de frio para o fim de semana.
Isto está agreste!
Nada que um bom livro, num bom sofá ou em qualquer outro lugar à escolha do leitor, não ajude a ultrapassar mais suavemente.
Várias são as hipóteses, se não estivermos fartos de chuva:
Kara Whittenbrook tinha uma vida privilegiada. Filha de dois ambientalistas famosos, cresceu entre a selva amazónica e os melhores colégios da elite americana.
Com a morte dos pais num acidente de aviação, torna-se herdeira, não só de uma enorme fortuna, mas também de um segredo que abalará por completo o seu mundo - o facto de ter sido adoptada.
Decidida a encontrar os seus pais biológicos, Kara parte para a Florida, onde conhecerá Ben Thocco, um rancheiro que vive rodeado de gente singular.
Em pouco tempo, ela fará parte de um universo diferente, que lhe abrirá as portas de um amor inesperado e de amizades genuínas, e a ajudará a tomar as mais difíceis decisões...
Em A Doçura da Chuva, Deborah Smith dá-nos a conhecer uma galeria de personagens cativantes, que nos envolvem e nos levam a reconhecer nos pequenos gestos do quotidiano as fontes da alegria e da felicidade.
Neste romance fantástico, um anjo transforma-se em humano para evitar sua destruição, rompendo um código de honra e iniciando uma batalha entre anjos e demônios. A pacata cidade de Belo Verde torna-se o palco desta guerra que pode mudar o destino da Terra
Se não quisermos pensar em chuva, pode ser:
Este está comigo e vai acompanhar-me neste fim de semana...
Oh p'ra mim, já a imaginar-me no quentinho...
Boas leituras!
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Com livros e sem livros
Quando lemos os livros novos que nos chegam às mãos e de repente ficamos sem nada de novo para ler, que podemos fazer? Enquanto não compramos outros, claro...
Reler os mais antigos que existem em casa?
Não. De maneira nenhuma. Podem ter sido lidos há anos, mas mal os começarmos a folhear vai chegar-nos à ideia cada acção, cada palavra e perde a graça. Ainda que existam aqueles que não nos importamos de reler e reler, vezes sem conta. Mas essa é a ultima alternativa.
Ler, aqueles que fomos passando para trás, porque tinhamos outros?
É outra alternativa. O problema é que eles foram ficando para trás, porque não nos chamavam. Foram prendas sem conhecimento de algum conhecido desprendido, ou até heranças. E se na altura não nos chamaram, agora estão mais calados que antes.
Criar uma wish list com aqueles livros que desejamos ler?
É uma boa ideia. Obriga-nos a procurar livros para quando tivermos oportunidade de adquirir e com essa procura, temos uma forma de ler um pouquinho. É uma sinopse aqui e uma ou duas criticas ali e aos poucos, sem estar a ler um livro, vamos lendo...
E da minha wish list, fazem parte, para já:
1Q84 livro 3 - que não faço ideia quando chegará a Portugal, ainda que em e-book (em português que foi tal como li os outros dois).
Quem é que tendo lido a Sombra do Vento (entre outros do mesmo autor) vai resistir ao seguimento das aventuras de Daniel Sempere?
O mais certo é ser um romance de amor piegas e lamechas (sem ofensa, mas não é o meu tipo de leitura preferido), mas gostei tanto de ler as primeiras páginas que gostaria de ler as restantes.
Li há alguns meses a "Terceira Virgem" e fiquei cativada com a escrita de Fred Vargas. O comissário Adamberg é uma figura e tanto.
Um romance policial, com muita acção, suspense e mistério, receita a que este livro não fugirá de certeza.
E já agora todos os que existem de Camilla Lackberg, porque este eu já li e gostei:
"Teias de Cinzas", os "Diários Secretos", etc, etc.
E para terminar, mais um autor sueco: Mons Kallentoft.
Como já li este
Pode ser um qualquer dos outros:
"Anjos Perdidos em Terra Queimada"- Verão, "Segredo Oculto em Águas Turvas" - Outono e "Flores Caídas no Jardim do Mal" - Primavera.
Digam lá que os títulos não nos cativam? Agora que os ponho em wish list, apesar de estarem no final, acho que vão passar para o inicio.
Chega de wishes. E os amigos e as amigas blogueiras, também têm uma wish list? Ou na vossa wish list só constam livros que já têm, mas que ainda não puderam ler?
Reler os mais antigos que existem em casa?
Não. De maneira nenhuma. Podem ter sido lidos há anos, mas mal os começarmos a folhear vai chegar-nos à ideia cada acção, cada palavra e perde a graça. Ainda que existam aqueles que não nos importamos de reler e reler, vezes sem conta. Mas essa é a ultima alternativa.
Ler, aqueles que fomos passando para trás, porque tinhamos outros?
É outra alternativa. O problema é que eles foram ficando para trás, porque não nos chamavam. Foram prendas sem conhecimento de algum conhecido desprendido, ou até heranças. E se na altura não nos chamaram, agora estão mais calados que antes.
Criar uma wish list com aqueles livros que desejamos ler?
É uma boa ideia. Obriga-nos a procurar livros para quando tivermos oportunidade de adquirir e com essa procura, temos uma forma de ler um pouquinho. É uma sinopse aqui e uma ou duas criticas ali e aos poucos, sem estar a ler um livro, vamos lendo...
E da minha wish list, fazem parte, para já:
1Q84 livro 3 - que não faço ideia quando chegará a Portugal, ainda que em e-book (em português que foi tal como li os outros dois).
Quem é que tendo lido a Sombra do Vento (entre outros do mesmo autor) vai resistir ao seguimento das aventuras de Daniel Sempere?

Li há alguns meses a "Terceira Virgem" e fiquei cativada com a escrita de Fred Vargas. O comissário Adamberg é uma figura e tanto.
Um romance policial, com muita acção, suspense e mistério, receita a que este livro não fugirá de certeza.
E já agora todos os que existem de Camilla Lackberg, porque este eu já li e gostei:
"Teias de Cinzas", os "Diários Secretos", etc, etc.
E para terminar, mais um autor sueco: Mons Kallentoft.
Como já li este
Pode ser um qualquer dos outros:
"Anjos Perdidos em Terra Queimada"- Verão, "Segredo Oculto em Águas Turvas" - Outono e "Flores Caídas no Jardim do Mal" - Primavera.
Digam lá que os títulos não nos cativam? Agora que os ponho em wish list, apesar de estarem no final, acho que vão passar para o inicio.
Chega de wishes. E os amigos e as amigas blogueiras, também têm uma wish list? Ou na vossa wish list só constam livros que já têm, mas que ainda não puderam ler?
terça-feira, 3 de maio de 2011
Livros...



São imagens como estas que me fazem lembrar porque gosto tanto de livros. Livros como cofres de conhecimento, como contadores de histórias e apenas como livros... o objecto em si é esplendido... o cheiro do papel novo ou velho, os restolhar das folhas quando se desfolham... um fascinio pelo desconhecido que eles encerram e nos dão a conhecer...
terça-feira, 14 de julho de 2009
Reflexão
Um pouquinho de reflexão... vamos reflectir em leituras... quem gosta de ler? Se perguntarmos, provavelmente toda a gente vai responder que gosta de ler. Mas quem LÊ?
E quando digo LER, digo, livros... aqueles objectos maravilhosos com centenas de páginas e de preferência sem qualquer ilustração.

Objectos que nos ensinam qualquer coisa e nos ajudam a passar o tempo e a reparar que há tantas palavras novas que nem sequer usamos e que servem muito melhor para expressar sentimentos e opiniões, diferentes das que usamos normalmente.
E é essa falta de conhecer palavras novas que se nota em quem não LÊ.
Os bons escritores (há bons escritores de várias formas, uns melhores que outros e uns com mais capacidades que os outros) são normalmente aqueles que viajaram muito e conhecem muita coisa que nos querem transmitir, ou aqueles que não viajaram e têm uma grande imaginação e nos mostram coisas que inventam e nos cativam.

Ler é essencial. Através da leitura, testamos os nossos próprios valores e experiências com as dos outros. No final de cada livro ficamos enriquecidos com novas experiências, novas ideias, novas pessoas. Eventualmente, ficaremos a conhecer melhor o mundo e um pouco melhor de nós próprios - Ver conteudo original da citação AQUI
E quando digo LER, digo, livros... aqueles objectos maravilhosos com centenas de páginas e de preferência sem qualquer ilustração.

Objectos que nos ensinam qualquer coisa e nos ajudam a passar o tempo e a reparar que há tantas palavras novas que nem sequer usamos e que servem muito melhor para expressar sentimentos e opiniões, diferentes das que usamos normalmente.
E é essa falta de conhecer palavras novas que se nota em quem não LÊ.
Os bons escritores (há bons escritores de várias formas, uns melhores que outros e uns com mais capacidades que os outros) são normalmente aqueles que viajaram muito e conhecem muita coisa que nos querem transmitir, ou aqueles que não viajaram e têm uma grande imaginação e nos mostram coisas que inventam e nos cativam.

Ler é essencial. Através da leitura, testamos os nossos próprios valores e experiências com as dos outros. No final de cada livro ficamos enriquecidos com novas experiências, novas ideias, novas pessoas. Eventualmente, ficaremos a conhecer melhor o mundo e um pouco melhor de nós próprios - Ver conteudo original da citação AQUI
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