segunda-feira, 20 de junho de 2011

Memorial do Convento, Palácio Nacional de Mafra

Eter Produção Cultural, apresenta Temporada de Verão


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Espero que gostem!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Livros que desejamos...

Sabem quando lemos uma sinopse de um livro e ele nos fica na ideia? A bater-nos à porta, a insistir que compremos para ler? E enquanto não o temos connosco, só queremos é ler comentários sobre ele?
Sinto-me assim com ESTE.

E com ESTE

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Os Sete



Uma caravela lusitana de cinco séculos é resgatada de um naufrágio na costa brasileira. Dentro dela, uma caixa de prata misteriosa oculta um segredo: sete cadáveres capturados, acusados de bruxaria. Apesar das advertências grafadas no objeto de prata, a equipe do departamento de história da Universidade Soares de Porto Alegre decide violar a caixa para estudar os cadáveres. Afinal, que perigo poderiam oferecer aqueles sete cadáveres? Nenhum. Mas depois que o primeiro deles desperta tudo pode acontecer… Do mesmo autor de “O senhor da chuva “, André Vianco transporta o leitor para um mundo antigo, onde os verdadeiros assassinos carregam presas afiadas e têm medo do sol.

E um desfile de vampiros poderosos vai aparecer em cada página... Inverno, o primeiro a "renascer", Acordador, Tempestade, Lobo, Espelho, Gentil e o Sétimo.
Os nomes de cada um são a apresentação dos seus excepcionais poderes que lhes foram atribuidos aquando de um pacto com o diabo. E é com esses poderes que eles atacam e se defendem dos novos inimigos, a par das suas capacidades vampiricas centenárias e fazem a vida negra aos moradores de Amarração - Brasil, sempre acossados pelos jovens que foram os responsáveis pelo seu resgate.

Foi o primeiro livro que li deste autor e provavelmente será o único porque decidi que já chega de romances vampiricos (excepto um que ainda espero ler - Dracula, o morto-vivo).
Gostei da história que é muito cativante.
A ideia está muito interessante mesmo dentro do horror do tema e da acção, porque são mesmo vampiros malvados.

Só tenho duas notas a acrescentar:

1ª - Não concordo com a pessoa, que foi quem me levou a ler este livro, e que disse que não achava bem que de tantas cidades brasileiras a acção tivesse que decorrer exactamente em Amarração. Pois eu acho, que era mesmo ali que tinha que ocorrer. É uma cidade que o autor conhece e que poderia explorar da melhor maneira e porque deverão as acções mais ou menos magnificas decorrer apenas em grandes capitais e locais conhecidos?
2ª Se os Sete são vampiros portugueses do séc. XV, deveriam falar mais português, português. Existem muitos termos brasileiros nos diálogos que eles travam e alguns dos quais não eram de certeza conhecidos nesse século. Mas pronto. É um apontamento a reter por quem vá ler, mas que de forma nenhuma destroi a trama.

Claro que dos Sete, neste livro só tomamos conhecimento e lemos sobre seis, porque o Sétimo, o mais poderoso e temível, só conhecemos pelas ideias que os outros vampiros vão dando dele. Foi o único a não ser "renascido" por Inverno que o teme acima de qualquer ameaça e só vamos "lidar" com ele nas ultimas duas páginas...
E no outro livro do autor, com o se nome "O Sétimo".

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A Terceira Virgem



Para ler a sinope e algumas opiniões sobre o livro, podem ir AQUI

As minhas estrelas ofereceram-me o livro no dia da mãe e calmamente para apreciar bem a coisa, já que era um dos livros da minha lista, li-o ao longo da semana. Acabei ontem.
Quando li a sinopse pela primeira vez e o primeiro capitulo, fiquei interessada em ler e valeu a pena.
A autora apresenta as personagens e as falas de cada uma de uma forma cativante. Gosto imenso dos monólogos do comissário Adamsberg com o filho, um bebé de 6 meses de quem toma conta, quando a mãe, antiga namorada, tem compromissos. Fala-lhe do que pensa, dos casos que está a investigar, mas sempre de uma forma muito leve, para não o assustar. Estão o máximo.
No meio das investigações, muitas e variadas que afinal se reportam exactamente ao mesmo crime, mas não são apresentadas de uma forma previsivel, apesar de nós entendermos que irão interligar-se em alguma parte, existe a investigação de um agente da brigada ao seu próprio passado e ao passado de Adamsberg, que estão interligados por um incidente na juventude de ambos e que de uma forma secundária, mas a complicar o enredo principal, se desenrola ao longo da acção principal, tornando-a ainda mais interessante.

Foi o primeiro livro que li desta autora e acho que não vai ser o último. Gosto da forma como ela escreve, sem tornar as personagens maravilhosas e irreais, como se vê em alguns livros, mas sim reais, interessantes e cativantes.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Livros...




São imagens como estas que me fazem lembrar porque gosto tanto de livros. Livros como cofres de conhecimento, como contadores de histórias e apenas como livros... o objecto em si é esplendido... o cheiro do papel novo ou velho, os restolhar das folhas quando se desfolham... um fascinio pelo desconhecido que eles encerram e nos dão a conhecer...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Biblioteca das Sombras

E que livro mais apropriado para comentar depois do meu post anterior, senão este que está AQUI ?


Mais uma novidade literária que já se encontra disponível nas livrarias portuguesas, por isso se é um fã deste género literário – policial, aproveite e não perca este novo título.

"Sinopse: No coração de Copenhaga, a livraria Libri di Luca é mais do que uma simples loja de livros velhos e usados. Quando o proprietário Luca Campelli morre de forma inesperada, o seu filho Jon, um proeminente advogado, ver-se-á envolvido num mistério inquietante.

Jon não planeia trocar a sua carreira pela livraria, mas, após uma tentativa de fogo posto à Libri di Luca, descobre que o pai era o líder de uma sociedade secreta de leitores e amantes de livros, os Lectores, criada para preservar uma tradição oculta que remontava à época do esplendor da Biblioteca de Alexandria. Os Lectores eram pessoas dotadas de um misterioso poder, tão fantástico quanto perigoso, que lhes permitia seduzir o leitor com histórias extraordinárias, evocar mundos imaginados, mas também manipulá-lo e levá-lo a pensar exatamente aquilo que queriam. Quanto mais Jon descobre, mais fica com a certeza de que a morte do pai nada teve de natural. Haverá uma conspiração no seio dos Lectores? Após inúmeras questões que escapam à sua compreensão, o jovem advogado ver-se-á obrigado a investigar as suas raízes para salvar a própria vida."

O livro é tudo o que dizem dele:

"Um livro com todos os atributos para se tornar um bestseller" Le Monde des Livres

"Um surpreendente romance sobre a paixão pela literatura... Um thriller sobre a magia dos livros" Berlingske Tidente

"Um romance que provoca um medo agradável. Doravante devemos mostrar mais respeito para com os livros, ou eles poderão vingar-se." Livres Hebdo

"Altamente recomendável: rápido, lúdico e com um convite à reflexão." Fantasy Book Critics

"Um fascinante thriller literário repleto de intriga e conspirações." The Huffingston Post


Este é o segundo livro que leio porque a acção se baseia em livros. Livros escondidos, livros amaldiçoados ou livros poderosos. Toda a história de um livro que envolva livros é uma boa história de certeza. Cada vez me convenço mais que os livros são bons por natureza e quando encerram histórias sobre livros, ainda são melhores.

Poder usar-se os livros para influenciar os seus leitores ou ouvintes de leituras, é a sua finalidade desde a sua criação. Mas a ideia de poderem ser usados de uma forma tão palpável e ao nível do quase hipnotismo é muito interessante.

Só fiquei um nadinha desapontada com o final da acção. Confesso que esperava mais. Esperava que os Lectores, usando os poderes de Jon (supostamente o mais poderoso de todos) se preparassem para alguma conspiração, já que tinham o poder de influenciar quem quer que fosse com as suas leituras, mas ficaram-se por um ritual que envolveu os mais poderosos e enquanto liam um determinado livro, que ao contrário de todos os outros, nunca foi identificado, foram entrando na história (uma vez que eles tinham o poder de entrar nas histórias como se as vivessem na realidade) e "defrontaram-se" como personagens dessa história...
Achei fraquito, ou melhor achei pouco, porque esperava mais. Se calhar a ideia do autor não era criar uma conspiração e os salvamentos habituais nos meandros da literatura policial e de suspense, era apenas apresentar a hipótese de "e se houvesse gente com estes poderes?..."
Mas uma vez que essa parte é mesmo no final, não se perde nada em ler o livro que está muito bem em todas as suas páginas.

E para concluir quero dizer que aconselho, mas aconselho mesmo, não só pelo tema mas pelas personagens. As duas principais, encheram-me as medidas.
Uma jovem disléxica que não sabe ler e que trabalha numa livraria e o que sabe dos livros é que os outros lhe dão a conhecer quando estão a ler ainda que apenas mentalmente, é uma ideia muito gira. Sem contar que ela tem a capacidade de influenciar os leitores durante a leitura da forma que mais lhe aprouver ao ponto de os interessar ou desinteressar da leitura.
E Jon, um jovem advogado de sucesso garantido que por vários motivos abandona a profissão para se dedicar à livraria que era do pai, apaixonou-me. Encheu-me de inveja, posso acresccentar.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Apontamento


Isto é verdade, sempre que a escrita é tão boa e tão interessante que conseguimos transformar cada frase do escritor, numa imagem.