segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Entre ler e escrever, forma-se uma apatia que me irrita


Já não é a primeira vez que publico uma mensagem no blogue, onde me queixo de não saber o que ler.
Isto é chato e receio que esteja a repetir-se vezes demais.

Eu até sei o que quero ler (mais ou menos) mas não tenho comigo os livros desejados (não sei bem quais) e então, olho para os que há uns post atrás, estavam em lista de espera e não me apetece pegar-lhes.

Iniciei "A Cidade dos Ossos" e além de ter ficado aterrorizada com a linguagem (português do brasil com uma qualidade de tradução lastimosa) fui imediatamente travada na minha tentativa de o ler com uma crítica que li. Ainda bem que a li, porque estavam o Tico e o Teco em grande esforço para transformar em frases legíveis, traduções tipo google tradutor. Este não era da lista, mas a lista também não me chama.

Li algumas páginas do Bruxos e Bruxas e... ãh? magia? um mágico malvado e uma espécie de milícia que prende quem não lhe agrada? porque fazem magia e por que mais o quê?... não concluí nada e desisti. e calhar devia ter continuado, pelo menos até à parte, onde me iriam explicar porque estavam a prender os protagonistas...

Não me apetece ler mais nada do que consta da minha lista. Queria assim, um livro daqueles que quando lemos a sinopse, ficamos em pulgas para ler o livro e corremos seca e meca para o encontrar.
Eu gosto de policiais (há um ou dois que gostaria de ler e lá terei que ir procurá-los), mas também gosto de ficção fantástica (não de toda, mas o suficiente para conseguir ler bons livros do tema).

Se alguém leu um livro, dentro destes dois géneros que acha que mais gente tem que ler, diga-me que eu agradeço.

Com tanta gente a visitar e a comentar o meu blogue, acho que é melhor deitar mãos à obra e ir à procura dos livros que sei que quero ler e pronto.

E esqueci-me de uma parte muito importante e que é a grande responsável por esta apatia na leitura. E só quem me conhece ou quem escreve, pode perceber.
Quero escrever!
Apetece-me escrever um livro. Quem diz um livro, porque de livros fala este blogue, diz uma história, um conto. Qualquer coisa onde eu crie os meus personagens, fantásticos ou não e enrede a minha acção, seja ela policial ou não. Onde crie um mundo, dentro deste mundo e faça viver nele, personagens a meu gosto.

3 comentários:

José Marcos Serra disse...

Escrever, escreva, Maria João; sem vampiros de que não necessita para uma boa história (diga-o eu). Tem um leitor garantido.
Leituras: não sei porque me lembrou de um clássico, Eurico o Presbítero, de Alexandre Herculano que reli há pouco tempo com gosto renovado. E se quiser passar pelos lados de Sintra, até lhe ofereço um dos dois exemplares que tenho.

José Marcos Serra disse...

Escrever, escreva, Maria João; sem vampiros de que não necessita para uma boa história (diga-o eu). Tem um leitor garantido.
Leituras: não sei porque me lembrou de um clássico, Eurico o Presbítero, de Alexandre Herculano que reli há pouco tempo com gosto renovado. E se quiser passar pelos lados de Sintra, até lhe ofereço um dos dois exemplares que tenho.

Maria João disse...

Sabe que lhe agradeço a oferta, mas não vou precisar, tenho um exemplar comigo. Tive que o ler na escola no 9º ano ou 10º , já não me lembro e depois do seu comentário acho que vou reler. E agora, obrigada pelo apoio na escrita e pela confiança na escritora. A fase dos vampiros foi só isso, uma fase. Que se ficou por ali mesmo, embora me tenha dado gosto em escrever.