sexta-feira, 15 de março de 2013

Flores Caídas no Jardim do Mal

 
O sol primaveril brilha em Linköping, no centro da Suécia, e aquece os poucos habitantes, ainda pálidos da escuridão de um inverno prolongado, que ousaram sair para tomar café nas esplanadas da cidade. Já há andorinhas a voar em círculos no céu e as bancas de flores já exibem tulipas coloridas. Uma mulher passeia com as duas filhas pela Praça Grande da cidade e dirige-se à caixa automática de um banco para levantar dinheiro. E, subitamente, há um som aterrador que atravessa a cidade e faz estremecer as construções mais sólidas e os corações mais endurecidos. Momentos depois, Malin chega à praça e a visão que a atinge dificilmente poderá ser apagada. Num manto de flores despedaçadas e ramos espalhados há vidros partidos, o sapato de uma criança, um pombo a debicar o que aparenta ser um pedaço de carne e, a pairar sobre este cenário de tragédia, um silêncio absolutamente ensurdecedor. Alvo de um atentado, Linköping nunca mais será a mesma.
Iniciei este agora e espero que não leve tanto tempo para o ler como levei com o anterior.

Com muitas ou poucas criticas, quando lemos trilogias ou tetralogias ou qualquer quantidade de livros com ação sequencial é sempre com grande expectativa que chegamos ao ultimo livro.
Como já disse a ação principal de cada livro não passa de uns para os outros, mas a vida pessoal das personagens passa e isso incentiva-nos porque queremos saber se continuam com os mesmos problemas ou se os vão resolver, porque embora não influeciem a ação central esses problemas leva as personagens a ver as coisas de uma ou outra forma.


1 comentário:

Nita disse...

Navegando, cheguei, vou ficar e acompanhar.
Beijo.
Nita